Ainda não é Dador de Sangue? O que espera?

Além de se saber que se está a fazer bem e a salvar vidas o dador de sangue tem regalias instituídas por lei.

Quando sou considerado “dador de sangue”?

O dador de sangue é todo o individuo que depois de aceite clinicamente doa, benevolamente e de forma voluntária, parte do seu sangue para fins terapêuticos. Ao dador de sangue é atribuído um Cartão Nacional de Dador de Sangue após a realização da segunda dádiva de sangue.
O Cartão Nacional de Dador de Sangue não é emitido a pedido do dador, mas sim do serviço responsável pela colheita de sangue.

Quais os meus direitos enquanto dador de sangue?

O dador tem direito à salvaguarda da sua integridade física e mental. À informação sobre todos os aspetos relevantes relacionados com a dádiva de sangue, à confidencialidade dos dados, ao reconhecimento público, a não ser objeto de descriminação, à isenção das taxas moderadoras no acesso à prestação de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), nos termos da legislação em vigor, ao seguro do dador, à acessibilidade gratuita ao estacionamento nos estabelecimentos do SNS, aquando da dádiva de sangue e a ausentar-se das suas atividades profissionais pelo período de tempo necessário para a dádiva de sangue.

Quais os meus deveres enquanto dador de sangue?

O dador deve formalizar o seu consentimento para a dádiva por escrito (preenchimento do consentimento informado) e deve responder com verdade, consciência e responsabilidade às questões que lhe são colocadas tendo em vista a proteção da sua saúde e do recetor/doente, preservando também a qualidade e segurança do componente doada.

Nota: Informação obtida em www.fasportugal.org
Para o esclarecimento de dúvidas poderá aceder a http://fasportugal.org/informacoes/formacao/